domingo, 23 de maio de 2010

Um capítulo sobre a dança contemporânea no Brasil



O que é a Dança Contemporânea?

Aqui vou tentar responder:
Trata-se de uma dança erudita, de apresentação em palcos tradicionais e alternativos evoluída a partir de outras danças como o ballet clássico, a dança moderna e influenciada por diversas artes (teatro, aikido, música, circo, artes plásticas) e também por outras atividades corporais (como ginástica olímpica, esportes, pilates etc). Existem diversas ramificações da dança contemporânea; existem diversas técnicas utilizadas para a preparação física do bailarino contemporâneo. Conhecemos algumas: contato- improvisação, técnica de release, new dance, além das específicas aulas de grandes coreógrafos como a técnica de Cunningham, técnica de Alvin Ailey, entre outros. Normalmente, no Brasil, o que se chama de aula de contemporâneo inclui movimentos no chão (rolamentos, exercícios para soltar articulações, release, etc), pode incluir seqüências derivadas da dança moderna de Limon (quedas e torções) e até mesmo Graham (contrações), porém numa visão mais atual. Inclui ainda um pouco de improvisação e de contato, além de treinamentos de certas acrobacias específicas (velas, paradas, flics entre outros).
Historicamente, alguns desses nomes citados aqui são classificados como modernos e pós modernos pelas características de suas obras, coreografias; Porém os considero pois seus exercícios e rotinas de aula ainda são repetidos hoje!
Num paralelo com as outras formas de arte contemporânea a dança parece estar um pouco atrás. Você já ouviu a música eletro-acústica? E a música eletrônica? Vá a uma bienal de arte em São Paulo e depois vá assistir uma mostra de dança contemporânea no teatro Alfa... Você discorda?
Um coreógrafo brasileiro que tem um trabalho corporal técnico e uma estética em suas coreografias que considero contemporâneo é o ALEJANDRO AHMED da cia Cena 11. Goste ou não do que vê, saiba que tem um valor artístico muito grande ainda pouco reconhecido. Quando tiver oportunidade vá assistir um trabalho deles! Postei um vídeo para dar um gostinho...

http://www.youtube.com/watch?v=hqkXvlqQey8

A Dança Contemporânea no Brasil

A preparação física dos bailarinos das seguintes companhias:

Deborah Colker - Coreógrafa e Diretora: Deborah Colker
Fonte: visto num documentário do canal Bravo Brasil sobre a turnê Velox.
Todos os dias, aulas de clássico, contemporâneo na seqüência, condicionamento físico (abdominais etc). Almoço e depois fisioterapia e treinamentos específicos da coreografia. Ensaio.

Quasar - Coreógrafo e Diretor: Henrique RodovalhoFonte: ouvido no debate após a apresentação do trabalho "O+" no SESC Pinheiros em São Paulo. Trabalho de 6 horas diárias de segunda a sexta. Aula de clássico, de contemporâneo e de Pilates, sendo 1 hora e meia de aula por dia e o restante ensaiando.

Sopro Cia de Dança - Coreógrafo: Roberto Amorim. Diretora: Tatiana Portella
Fonte: experiência própria como bailarina da cia.
Encontros 3 vezes por semana, 1 hora e meia de aula e o restante ensaiando ( às vezes 2, 3 ou até 4 horas diárias). Aulas de clássico, contemporâneo e condicionamento físico. Os bailarinos cuidam de sua preparação corporal nos outros dias da semana, cada um, à sua maneira em aulas de clássico, contemporâneo e outras.

Ditirambo Cia de Dança Contemporânea - Coreógrafo e Diretor: Carlos Fonseca
Fonte: relatado pela bailarina da cia: Renata Pestana.
Encontros semanais de 3 horas, aos sábados, incluindo aulas de contemporâneo e ensaios. Os bailarinos cuidam de sua preparação corporal nos outros dias da semana cada um à sua maneira, sendo exigido, no mínimo, 2 aulas semanais de clássico.

As informações aqui contidas expressam minha opinião pessoal.

Como escolher uma boa escola de ballet para sua filha (o)?




Como escolher uma boa escola de ballet para sua filha (o)?

1- Sobre a estrutura:




O mais importante numa sala de ballet, jazz, contemporâneo e outras danças em geral é o piso. Quanto mais tempo a pessoa for passar dentro dessa sala tanto maior a importância do piso adequado. Ele deve ser de madeira para melhor absorção do impacto e NUNCA de concreto. Se for apenas madeira (compensado, mdf ou assoalho) é fundamental ter sempre aos pés uma caixa de breu. Ele é usado para não escorregar demais. O que os bailarinos gostam mesmo é que esse piso seja revestido de linóleo, que se trata de um emborrachado próprio para dança. Veja maiores informações aqui: http://www.dancabrasil.com.br/resultadobusca.php?categoria=6




Verifique outras questões como as barras, ventilação, iluminação, vestiários, baheiros, armários etc.

2- Sobre o profissional:




Não importa se a escola tem nome! Procure saber quem é o professor que dá as aulas. Qual sua formação, há quantos anos leciona, qual o método que usa... Assista a uma aula.

3- Sobre a aula:




Assista a uma aula e pergunte ao professor sobre o plano de curso, o que vai ser aprendido, como é dividida, quais as músicas que ele usa, quanto tempo será dedicado a ensaios. Procure saber se essa turma é adequada à idade da sua filha ou filho.



4- Sobre o método:




Pergunte à recepcionista ou à professora se a escola prepara para os exames de algum método. Veja se o certificado que a escola emite é válido ou é apenas um papel impresso em computador. Eu particularmente não acredito que o principal seja o método utilizado pois mesmo nas melhores escolas existem professores desqualificados. Um bom professor é que faz toda a diferença!

Como fazer seu coque para apresentação de ballet

Como fazer seu coque para apresentação de ballet


É muito importante nas aulas de ballet e também nas apresentações estar com o coque muito bem feito. É simples e com a prática fica muito fácil e rápido se pentear, não precisa ir ao salão porque você vai se apresentar... Veja este passo a passo e pratique muito:


1. Desembarace todo o cabelo.

2. Espalhe gel nas mãos e passe pelo cabelo (o necessário para não soltar nenhum fio).

3. Penteie o cabelo com pente fino e, com uma liga faça um rabo de cavalo bem puxado. A altura do coque vai depender o ballet que você irá dançar (veja fotos abaixo).

4. Depois de preso, faça uma trança folgada ou só torça a rabo, para então enrolar o coque. Se seu cabelo for muito volumoso, talvez seja melhor dividir em 2 tranças. Pratique das 2 maneiras e use o bom senso para ver como é melhor para você.

5. Aos poucos vá enrolando e prendendo o coque com grampos até chegar à ponta (esconda a ponta por dentro com um grampo). Quanto mais "amassado", melhor. Lembre-se que no ballet nos penteamos e maquiamos seguindo a tradição do ballet clássico.

6. Coloque a rede. No dia a dia use uma comum e na apresentação use uma invisível.

Detalhes importantes/ dicas:

*Use sempre grampos de uma cor bem próxima a do seu cabelo. Eles devem ficar bem escondidos.
* A rede invisível é uma rede de nylon bem fininha. Encontre uma que seja bem próxima ao tom do seu cabelo e cuidado para não perdê-la, já que pode ser facilmente confundida com um chumaço de cabelo!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

P 5 MESTRADO MI. BABY CLASS X DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MOTOR

A RELAÇÃO ENTRE O BABY CLASS E O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MOTOR

Como já visto, o desenvolvimento cognitivo-motor é o processo de mudança no comportamento, o qual está relacionado com a idade, tanto no pensamento, quanto no movimento da criança.
Um bom desenvolvimento motor repercute na vida futura da criança nos aspectos sociais, intelectuais e culturais, pois ao ter alguma dificuldade motora faz com que a criança se refugie do meio o qual não domina, conseqüentemente deixando de realizar ou realizando com pouca freqüência determinadas atividades.
Isso mostra que há uma relação entre a cognição, pois o progresso de uma criança recém nascida é medido por suas ações motoras, isto é:
A criança é um ser em constante mobilidade e utiliza-se dela para buscar conhecimento de si mesma e daquilo que a rodeia, relacionando se com objetos e pessoas. A ação física é necessária para que a criança harmonize de maneira integradora as potencialidades motoras, afetivas e cognitivas. (PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: arte/Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1997, p.67, o grifo é nosso).
Cada criança apresenta seu padrão característico de desenvolvimento, pela influência sofrida em seu meio. Durante os primeiros anos de vida os progressos em relação ao desenvolvimento costumam obedecer a uma seqüência ordenada, mas existe considerável variabilidade individual, de acordo com cada criança.
Quanto mais tarde a criança iniciar o plano de normalização, mais defasado estará o seu desenvolvimento motor, juntamente com a perda na área sensorial,

refletindo na perda da noção espacial, esquema corporal, percepção, o que poderá contribuir com a falta de atenção e dificuldades cognitivas.
O Baby Class aparece aqui como um excelente recurso para suprir essa defasagem, pois como visto anteriormente ele proporciona às crianças momentos prazerosos através de exercícios lúdicos que visam desenvolver a coordenação motora, disciplina, socialização, postura, concentração, sentido do espaço, medida e atenção, observação e execução de movimentos, desenvolvimento psico-motor e sobretudo o incentivo a criatividade e interpretação.
Desta maneira desenvolve-se de uma forma bem descontraída a coordenação e a cognição para a sua melhor interação com a vida e o seu cotidiano.

MESTRADO PARTE 4 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO-MOTOR

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO-MOTOR
O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO-MOTOR DA CRIANÇA DE 3 à 5 ANOS

De acordo com Gallahue e Ozmun “o movimento observável pode ser dividido em 3 categorias: movimentos estabilizadores (equilíbrio e sustentação), movimentos locomotores (mudança de localização) e movimentos manipulativos (apreensão e recepção de objetos)”. De acordo com cada faixa etária, estes movimentos estarão em estágios e fases diferentes. As crianças da primeira infância, ou seja, de 2 a 6 anos, apresentam as habilidades percepto-motoras em pleno desenvolvimento, mas ainda confundem direção, esquema corporal, temporal e espacial. A variabilidade das habilidades fundamentais está se desenvolvendo, de forma que movimentos bilaterais, como pular, não apresentam tanta consistência as atividades unilaterais. O controle motor refinado ainda não está totalmente estabelecido, embora esteja desenvolvendo-se rapidamente. Os olhos ainda não estão aptos a períodos extensos de trabalhos minuciosos.
Para Piaget, nesta idade as crianças deveriam estar no período pré-operacional, ou seja, percepção aguçada, comportamento auto-satisfatório e social rudimentar. (GALLAHUE e OZMUN, 2003).
Nesta fase, a maturação das áreas terciárias (de associação) ainda não está completa. Nas áreas executivas do cérebro (lobos frontais), a principal região envolvida com o planejamento e com a execução das tarefas ainda não está totalmente mielinizada, o que além de prejudicar na organização e no planejamento das tarefas também prejudica a capacidade de concentração (pois a

área pré-frontal é importante para a atenção). A área pré-frontal imatura dificulta a manutenção da atenção de forma que não consegue realizar uma de suas funções principais que é a inibição de estímulos irrelevantes. “Ao não conseguir inibir estímulos irrelevantes a criança acaba se tornando distraída.” (BOOTH et al., 2003).
A atenção foi descrita por Magill como sendo a “focalização, concentração da consciência” e quando se refere ao desempenho humano é associada a atividades perceptivas, cognitivas e motoras de habilidades. É um dos requisitos básicos para a coordenação e o controle motor. A falta ou déficit de atenção implica em danos a aprendizagem da linguagem, da escrita e das habilidades motoras.
O desenvolvimento motor é dependente da biologia, do comportamento e do ambiente e não apenas da maturação do sistema nervoso. Quando a criança nasce, o seu SNC ainda não está completamente desenvolvido. Ela percebe o mundo pelos sentidos e age sobre ele, criando uma interação que se modifica no decorrer do seu desenvolvimento.
Deste modo, por meio de sua relação com o meio, o SNC se mantém em constante evolução, em um processo de aprendizagem que permite sua melhor adaptação ao meio em que vive.
Um bom desenvolvimento motor repercute na vida futura da criança nos aspectos sociais, intelectuais e culturais, pois ao ter alguma dificuldade motora faz com que a criança se refugie do meio o qual não domina, conseqüentemente

deixando de realizar ou realizando com pouca freqüência determinadas atividades.
O desenvolvimento cognitivo é um processo interno, mas pode ser observado e “medido” através das ações e verbalização da criança. Envolve o processo de pensamento, incluindo as capacidades de compreensão de fatos que ocorrem a sua volta; percepção de si mesmo e do ambiente; execução de ordens; memória; compreensão de espaço; compreensão de tamanho entre outros.
Piaget, quando descreve a aprendizagem, tem um enfoque diferente do que normalmente se atribui à esta palavra. Piaget separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras : aprendizagem e desenvolvimento. Para Piaget, a aprendizagem refere-se à aquisição de uma resposta particular, aprendida em função da experiência, obtida de forma sistemática ou não. Enquanto que o desenvolvimento seria uma aprendizagem de fato, sendo este o responsável pela formação dos conhecimentos.
Piaget, quando postula sua teoria sobre o desenvolvimento da criança, descreve-a, basicamente, em 4 estados, que ele próprio chama de fases de transição (PIAGET, 1975).
Aqui falaremos apenas de uma dessas fases, a qual realmente nos interessa que é a fase Pré-operatório que vai dos dois (02) aos sete, oito (07,08) anos (idade de estudo do presente trabalho).
É nesta fase que surge, na criança, a capacidade de substituir um objeto ou acontecimento por uma representação (Piaget e Inhelder, 1982), e esta

substituição é possível, conforme Piaget, graças à função simbólica. Assim este estágio é também muito conhecido como o estágio da Inteligência Simbólica.
Entre os dois (02) e os sete (07) anos distinguem-se dois subestágios: o do pensamento intuitivo e o do pensamento pré - conceptual. O pensamento intuitivo surge a partir dos 4 anos, permitindo que a criança resolva determinados problemas usando a inteligência e o pensamento, este é organizado através do processo de assimilação, acomodação e adaptação. Neste estágio a criança já é capaz de representar as suas vivências e a sua realidade, através de diferentes significantes.
No pensamento pré - conceptual domina um pensamento mágico, onde os desejos se tornam realidade e que possui também as seguintes características:
Animismo - A criança vai dar características humanas a seres inanimados.
Realismo - A realidade é construída pela criança. Se no animismo ela dá vida às coisas, no realismo dá corpo, isto é, materializa as suas fantasias.
Finalismo - A criança ao olhar o mundo tenta explicar o que vê, ela diz que se as coisas existem têm de ter uma finalidade, no entanto, esta ainda é muito egocêntrica. Tudo o que existe, existe para o bem essencial dela própria.
Para concluir a abordagem a este estágio é importante referir que a criança ao contactar com o meio de forma ativa está a favorecer a sua aprendizagem de uma forma criativa e original.

Este estágio é fundamental pois a criança aprende de forma rápida e flexível, inicia-se o pensamento simbólico, em que as ideias dão lugar á experiência concreta. As crianças conseguem já partilhar socialmente as aprendizagens fruto do desenvolvimento e da sua comunicação.

MESTRADO PARTE 3 "O CORPO GESTO-GESTUALIDADE"

O CORPO GESTO-GESTUALIDADE

A História nos revela que, desde os primórdios, os movimentos biomecânicos e os gestos são instrumentos facilitadores que produzem as expressões: comunicativa, artística, religiosa e a sobrevivência humana, pois o homem primitivo ao sair em busca de alimento, com o recurso facilitador do gesto, imitava o animal que pretendia abater.
Assim, a afirmação impressa no exemplar de Arte dos Parâmetros Curriculares Nacionais (1997, p.67) de que “toda ação humana envolve a atividade corporal”, vem de encontro com nosso pensamento, pois é por meio do corpo-gesto-gestualidade que o homem se inter-relaciona; aprende sobre si mesmo; conhece as suas potencialidades, capacidades e habilidades; e torna possível o convívio social.
Geralmente, uma análise sobre um movimento biomecânico é medida desconsiderando o movimento enquanto gesto, isto é, o gesto-gestualidade visto como instrumento de comunicação-artístico, este deve ser compreendido, também, como vocabulário de dança(passos técnicos), inseridos na Linguagem da Dança.
Para ilustrarmos o significado e distinção desses termos, buscamos apoio na seguinte afirmação:
Na Área da Saúde, (...) o movimento humano é tratado com vários olhares: o da anatomia, morfologia, fisiologia, biomecânica, entre outros, sendo que a maioria dos estudos privilegia o movimento mecânico e não o expressivo.
Já na Área de Humanas (...) não descartam os aspectos da Saúde,
mas focam o movimento e o gesto com outro olhar, o da expressividade.
(ZONTA, 2004, p.96)

MESTRADO PARTE 2 BABY CLASS - MI

O Baby Class


...o desenvolvimento da criança é produto de
instituições sócias e sistemas educacionais,
como família, escola, igreja, que ajudam a
construir seu próprio pensamento e descobrir
significado da ação do outro e de sua própria
ação.” Vygostsky.


De acordo com Vayer (1984, p.17), “o desenvolvimento da criança, o que a criança é presentemente, é, em todos os casos, o resultado atual das relações e comunicações que estão sempre presentes e condicionam esse desenvolvimento: a pessoa da criança, isto é, seu corpo enquanto meio da relação, o mundo das outras pessoas, a realidade das coisas”.
O Ballet infantil ou Baby Class é a iniciação ao Balé Clássico para crianças de três (03) à seis (06) anos de idade. Ele proporciona às crianças momentos prazerosos onde a dança não se torna apenas demonstração de pura técnica, mas sim liberdade de expressão através de exercícios lúdicos que visam desenvolver o ritmo, a musicalidade, coordenação motora, alongamento, disciplina, socialização, postura, concentração, desenvolvimento psico-motor e sobretudo o incentivo a criatividade e interpretação.
É desenvolvido, através da música, o sentido do espaço, medida e atenção, observação e execução de movimentos. Desta maneira desenvolve-se de uma forma bem descontraída, a coordenação para a sua melhor interação com a vida e o seu cotidiano. O baby class tem a finalidade de despertar o interesse pela dança e o ritmo para a prática do balé.

A criança tem um trabalho físico, psicológico e sensitivo, apresentando a figura da bailarina, assim como todos os fundamentos e disciplina da dança.
Com o ballet clássico na infância (baby-class), podemos preparar o controle motor para qualquer tipo de dança que o aluno queira desenvolver mais tarde.